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VENTOS MORERÉ HOTEL BEACH CLUB

Pensado como um ritual de passagem para um refúgio natural, Ventos Moreré Hotel & Beach Club propõe muito além de paisagens paradisíacas. A ilha de Boipeba é reconhecida pela rara beleza ambiental e forte personalidade, essencialmente por proteger suas tradições ancestrais, mas também pela generosa e exuberante vegetação nativa.

Mantendo o remanso de uma vila de pescadores, Moreré é ainda destino insólito entre viajantes frequentes em busca do turismo sustentável, respeitando e aprendendo com a cultura local, preservando os recursos naturais e dando protagonismo às comunidades residentes.

Elementos estruturais que carregam na essência do projeto a sua raison d’être. Desde o início da reforma, a capacitação da mão de obra local foi tida como prioridade, envolvendo não somente os moradores da ilha, como incorporando o feitio artesanal, passado entre gerações, desde a construção e otimização dos bangalôs e espaços sociais, como na gastronomia e no programa de experiências de imersão cultural.

A região, integrada à área de preservação ambiental das ilhas de Tinharé e Boipeba, foi reconhecida pela UNESCO como Reserva da Biosfera e Patrimônio da Humanidade.

Esse cenário é respeitado no ambicioso projeto que comporta os 8 mil metros quadrados de terreno (equivalente a 1 hectare completo) do Ventos Moreré. A começar pelo projeto arquitetônico formado por bangalôs – as ocas – reestruturados da construção original para implementar placas solares, poço artesiano e uso de biodigestor para tratamento de água e esgoto, foças biológicas, ventilação cruzada e outros dispositivos tecnológicos de alta gama.

Da preservação cultural, o cuidado em trazer a atmosfera do entorno surge desde os pequenos detalhes, como o “aterramento”: a ciência que descreve o recarregamento das energias ao tocar com os pés o solo natural. Aqui tanto os hóspedes quando o staff é convidado a ficar todo o tempo descalço. Nos detalhes do design de interiores, materiais naturais em tons terrosos e adornos conservam a tradição da ilha. Terra adotada pelas tribos indígenas dos Tupinambás, que também abriga a comunidade quilombola de Monte Alegre. Uma região cercada de misticismo onde sobrevive in natura a riqueza do sincronismo baiano, tendo no candomblé e no espiritismo suas raízes originárias.

A partir da horta orgânica, os hóspedes serão convidados a embarcar em uma expedição em 360 graus pela gastronomia e também pela “farmácia” regional, entendendo profundamente sobre os costumes, os temperos, as crenças e os sabores desta que é considerada uma das mais profusas culinárias brasileiras. Todo o alimento servido a partir de ingredientes Km 0, cuja origem proveniente da região garante controle 100% livre de transgênicos e agrotóxicos. Do circuito botânico, mais de 50 espécies de plantas, muitas delas autóctones, como o dendezeiro, a bromélia e as alpínias, compõem um cenário inspirador em seu hábitat natural.

Uma experiência única, fora do circuito tradicional do nordeste brasileiro, orquestrada pela experiência de mais de 20 anos do hotelier fundador Cristian Bernardi. Italiano de nascença, cidadão-pesquisador do mundo, com passagem nas maiores franchises internacionais, como o Hotel Meurice de Paris, o Rocco Forte Brown`s de Londres e o grupo Tivoli no Brasil.

Agora, em plena sintonia com sua certidão de alma, a Bahia.

Como chegar

AR

Do aeroporto de Salvador partem pequenos aviões para a Ilha de Boipeba. A viagem demora 20 minutos e os os horários variam de acordo com a temporada. A pista de pouso se localiza na ilha de Tinharé com transfer rápido de lncha até o Moreré (duração de 15 minutos).

TERRA

Quem viaja de carro, têm duas opções: viaja pela BR 101 ou atravessa a Baía de Todos os Santos com o Ferry-boat até Bom Despacho. O destino sempre é Valença. No porto saem lanchas e barcos para Boipeba.

Uma outra opção é seguir a viagem até Torrinha, um lugar pequeno, que fica mais próximo da Ilha de Boipeba e têm pequenos estacionamentos. Para chegar à Torrinha, pega a estrada BA 001 até a cidade Nilo Peçanha. Após passar a cidade, entra num entroncamento para a cidade de Cairu. Nesta estrada cerca de 12 km depois dobra à direita, numa estrada de cascalho de 7 km, que leva até Torrinha.

ÁGUA

De Salvador (terminal marítimo em frente ao Mercado Modelo) partem embarcações para Morro de São Paulo que levam cerca de duas horas. Do Morro pode pegar um jipe até Boipeba. Recomendamos organizar isso com antecedência.

Lanchas privativas também podem ser fretadas para esse trajeto.

Já do porto de Valença partem lanchas rápidas para Boipeba.
A primeira lancha sai às 10:00 e a última, de acordo com o movimento, entre 16:00 e 18:00. A viagem leva cerca de uma hora.

Ventos Moreré Hotel & Beach Club

Praia do Moreré, s/n Ilha de Boipeba, Cairu – BA, 47100-000

Telefone(11) 96399-3169

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